Nesse momento novo e inesperado, onde nossas rotinas foram abruptamente ceifadas, nossas crianças, sobretudo as com deficiência, sofrem um pouquinho mais.
Assim como nós, eles vivenciam as ansiedades, angústias e inseguranças normais desse período. Pararam de ir para a escola, perderam suas terapias, estão em situação de confinamento, que pode ser bastante estressante.
Além de todas essas adequações , agora há a necessidade de se adaptar a uma nova modalidade de ensino, o ensino remoto ( modalidade oferecida sem que professores e alunos estejam fisicamente no mesmo ambiente).
É importante que tenhamos em mente, professores e familiares, algumas dicas para tornar esse momento e essa nova forma de estudar, mais prazerosa e menos cansativa, afinal, ninguém quer mais um componente de estresse nesse momento tão delicado, não é?!
As crianças podem não entender muito o porquê de estarem tendo aulas em casa, não aceitarem fazer as atividades por não estar na escola. Então, se houver possibilidade de ter um espaço reservado para ele estudar, seria muito importante, para ajudar a estabelecer essa nova rotina.
Tentar criar uma rotina visual(pequeno cartaz com as atividades realizadas no dia, com imagens ou fotos) com a participação da criança ou do adolescente também ajuda muito. É importante que a criança participe da construção dessa rotina e vá entendendo a importância de cada momento.
Use sempre o reforço positivo e os combinados para estimular o cumprimento de suas obrigações. Elogie sempre que a criança/ adolescente conseguir cumprir com o que foi estabelecido e, sempre que possível, combine antes o que e como deve ser feito.
Esteja atento ao tempo de atenção da criança. Não espere que a criança vá ficar uma hora ou mais, participando de uma aula online, é importante que quem estiver com ela, perceba os sinais de desinteresse que podem ser automutilação, gritos, atirar os objetos, reclamar, rasgar as folhas.... Por isso é importante estar atento ao tempo de atenção e concentração da criança para oferecer-lhe pequenas pausas.
Tempo de lazer é importante , é fundamental dar essas pequenas pausas, combinando que depois voltará e fará mais alguma atividade. Nesse intervalo, permita que ela faça algo que goste, mas que não dure muito tempo, pois é muito difícil parar algo que se está gostando para voltar às obrigações. Aliar nesse momento o uso de atividades sensoriais, ajuda bastante: ouvir música ou assistir a um pequeno vídeo com seu personagem favorito, brincar com massinha, geleca, massa de biscoito ou pão....
Comunicação entre família e escola. A comunicação entre família e escola, é sempre importante, mas nesse momento, ela é imprescindível nesse momento de adaptação a uma nova forma de estudar. Não se sinta envergonhado, ou atrapalhando por informar aos professores( e Professores de AEE/ Mediadores, quando for o caso) que dificuldades tiveram para executar (ou não) as atividades propostas, para que ele possa tentar minimizar essas dificuldades quando for planejar as próximas atividades.
- - - - Blog dedicado à divulgação de informações da Secretaria Municipal de Educação - Bom Jardim - RJ. - - - - - > by Projeto Mídi@ Digit@l
Mostrando postagens com marcador Educação Inclusiva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação Inclusiva. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 19 de maio de 2020
domingo, 17 de maio de 2020
terça-feira, 26 de novembro de 2019
Mitos e as pessoas com deficiência
Por Amanda Lamego de Souza,
Por muitas vezes, vemos correr em alguns ambientes, mitos que nos atrapalham a perceber a individualidade das pessoas com deficiência.
É fato que algumas tipologias tem características próprias, mas em linhas gerais, precisamos entender que cada indivíduo, com ou sem deficiência, precisa ser visto em sua singularidade, pois seu desenvolvimento depende de fatores como história e experiência de vida, estímulos afetivos e cognitivos,condições de saúde, danos causados pela deficiência ou pelo transtorno...
Percebendo cada um como único, fica mais fácil derrubar alguns mitos, como o da 'eterna infância', que faz com que muitos não sejam preparados para a vida adulta, sendo tolhidos do desenvolvimento de uma vida autônoma, laborativa e sexual. Muitas vezes, por acharem que estão protegendo, muitas famílias e profissionais não conversam e não orientam as Pcds sobre o desenvolvimento físico, as mudanças no corpo, o que às vezes os colocam em situações muito desconfortáveis.
Em algumas pessoas com deficiência, percebemos também uma grande impulsividade, causada pela falta de costume de pensar para responder, pensar para decidir, visto que muitas vezes vemos que os cuidadores, amigos, tomam a frente para responder e escolher, não permitindo à pessoa, o espaço de tomar suas próprias decisões, fazer pequenas escolhas como cor da roupa que vai usar, comida que prefere comer, fazendo com que acabem se acostumando a agir sem pensar ou só obedecer comandos.
Somente vendo a Pessoa antes da deficiência, olhando-a de forma individual, procurando perceber suas potencialidades podemos desmitificar e quebrar as barreiras que atrapalham o processo de inclusão dos indivíduos.
Coordenadora de Educação Inclusiva da SME-BJ.
Por muitas vezes, vemos correr em alguns ambientes, mitos que nos atrapalham a perceber a individualidade das pessoas com deficiência.
É fato que algumas tipologias tem características próprias, mas em linhas gerais, precisamos entender que cada indivíduo, com ou sem deficiência, precisa ser visto em sua singularidade, pois seu desenvolvimento depende de fatores como história e experiência de vida, estímulos afetivos e cognitivos,condições de saúde, danos causados pela deficiência ou pelo transtorno...
Percebendo cada um como único, fica mais fácil derrubar alguns mitos, como o da 'eterna infância', que faz com que muitos não sejam preparados para a vida adulta, sendo tolhidos do desenvolvimento de uma vida autônoma, laborativa e sexual. Muitas vezes, por acharem que estão protegendo, muitas famílias e profissionais não conversam e não orientam as Pcds sobre o desenvolvimento físico, as mudanças no corpo, o que às vezes os colocam em situações muito desconfortáveis.
Em algumas pessoas com deficiência, percebemos também uma grande impulsividade, causada pela falta de costume de pensar para responder, pensar para decidir, visto que muitas vezes vemos que os cuidadores, amigos, tomam a frente para responder e escolher, não permitindo à pessoa, o espaço de tomar suas próprias decisões, fazer pequenas escolhas como cor da roupa que vai usar, comida que prefere comer, fazendo com que acabem se acostumando a agir sem pensar ou só obedecer comandos.
Somente vendo a Pessoa antes da deficiência, olhando-a de forma individual, procurando perceber suas potencialidades podemos desmitificar e quebrar as barreiras que atrapalham o processo de inclusão dos indivíduos.
terça-feira, 5 de novembro de 2019
Avaliação inclusiva
Por Amanda Lamego de Souza,
Coordenadora de Educação Inclusiva
da SME-BJ.
A avaliação inclusiva deve estar atrelada à atenção diversificada, mediante a adaptação do currículo às diferenças características e necessidades educativas de cada educando.
Ou seja, devemos ter atenção às especificidades de cada aluno. Se a prova do aluno é sobre Matemática, devemos nos concentrar em avaliar sua capacidade matemática. Porém, a leitura e interpretação dos enunciados das questões deve ser motivo de avaliação nesse momento?
Devemos entender que, para um aluno com necessidades específicas, ler e interpretar um enunciado pode ser um desafio muito maior do que para a maioria. No fim das contas, a interpretação pode não ser o objetivo final da avaliação, a não ser, é claro, que seja uma avaliação de interpretação de textos.
O ponto que quero chegar é que a avaliação do aluno com deficiência deve ser bastante significativa para ele, tirando o máximo possível daquilo que possa dispersá-lo ou gerar confusão.
Quando vamos, por exemplo, avaliar um aluno com deficiência intelectual, incluir seria diminuir o nível de abstração, ou seja, utilizar ilustrações ao invés de texto simplesmente. Ou ainda utilizar objetos concretos, dividir as perguntas maiores em pedaços menores, diminuindo assim o obstáculo da interpretação e da abstração e focarmos apenas no conteúdo que queremos avaliar.
Já em relação ao tipo de ajuda que o aluno deverá receber, trabalhamos em inclusão sempre para a autonomia do educando, porém é válido prestar apoio nos momentos de avaliações. O esperado, no entanto, é que essa necessidade vá diminuindo e o estudante vá adquirindo maior possibilidade de realizar sozinho suas atividades e avaliações.
Muitas vezes com pequenas alterações conseguimos efetivar um trabalho de inclusão mais efetivo e de qualidade.
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
Confraternização dos profissionais da Educação Inclusiva
Foi realizada na sexta-feira, 18 de outubro, uma confraternização com os profissionais que atuam na Educação Inclusiva na rede municipal de ensino de Bom Jardim. O evento contou com a participação da professora, escritora e contadora de histórias Marisa Maia, com suas "Histórias Viajantes".
A comemoração foi realizada no Auditório Marino Pinto, da Casa da Cultura Mário Machado Nicoliello.
A comemoração foi realizada no Auditório Marino Pinto, da Casa da Cultura Mário Machado Nicoliello.
Marcadores:
Educação Inclusiva,
Festas e Eventos
quarta-feira, 9 de outubro de 2019
Projeto Terapia Comunitária é iniciado na SME
No dia 1º de outubro de 2019 foi dado início ao Projeto Terapia Comunitária com as famílias dos alunos público da educação especial.
Na ocasião participaram 19 familiares, que tiveram a oportunidade de partilhar suas experiências e vivências. Foi um momento de encontro e de fortalecimento de laços entre os familiares e as profissionais que desenvolveram o trabalho na Secretaria Municipal de Educação-SME.
Marcadores:
Educação Inclusiva,
Notícias
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
Evento celebra dia do surdo na SME
Por Amanda Lamego
Marcadores:
Educação Inclusiva,
Palestras
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
Adequação, adaptação e flexibilização curricular: grandes instrumentos de inclusão escolar
Amanda Lamego de Souza,
Coordenadora de Educação Inclusiva
da SME-BJ.
Como disposto na LDB-Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96) em seu artigo 59, para auxiliar o processo de inclusão, em alguns casos, precisamos de alguns artifícios como:
• Flexibilização curricular: ou seja alterações de pequeno porte na hora de apresentar e cobrar o conteúdo;
• Adaptação curricular de médio porte que consiste em essencializar o conteúdo trabalhado, investir em imagens, atividades como: risque, pinte, ligue, explique através de um desenho, enunciados curtos e diretos.
Há alunos que precisam ainda atingir outros objetivos para além do conteúdo escolar do ano que estão cursando, como, por exemplo, os alunos que estão matriculados no 4º Ano e ainda precisam concluir processo de alfabetização e letramento. Ou, ainda, adquirir comportamentos apropriados ao ambiente que ainda não foram adquiridos por causa da deficiência. Precisamos de uma adequação curricular de grande porte, que pode ou não englobar Planos de Ensino Individualizado (PEI), mas que devem, em geral, considerar:
• Atividades com um nível mínimo de atenção;
• Estimular a memória de curto prazo com palavras ou temas que se conectem com a vida cotidiana do educando;
• Estimular o repertório verbal, mostrando a cada ação uma palavra e a cada palavra uma ação;
• Propor atividades com abordagens multissensoriais;
• Executar uma atividade de cada vez;
• Relacionar a atividade aos interesses cotidianos e afetivos do aluno.
Para uma flexibilização/adaptação ou adequação curricular eficiente, é fundamental conhecer muito bem o aluno. Para tal, é importante conversar com profissionais que conheçam e ler relatórios anteriores. Porém, nada substitui a observação do professor no momento de elaborar e planejar a adequação curricular.
Coordenadora de Educação Inclusiva
da SME-BJ.
Como disposto na LDB-Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96) em seu artigo 59, para auxiliar o processo de inclusão, em alguns casos, precisamos de alguns artifícios como:
• Flexibilização curricular: ou seja alterações de pequeno porte na hora de apresentar e cobrar o conteúdo;
• Adaptação curricular de médio porte que consiste em essencializar o conteúdo trabalhado, investir em imagens, atividades como: risque, pinte, ligue, explique através de um desenho, enunciados curtos e diretos.
Há alunos que precisam ainda atingir outros objetivos para além do conteúdo escolar do ano que estão cursando, como, por exemplo, os alunos que estão matriculados no 4º Ano e ainda precisam concluir processo de alfabetização e letramento. Ou, ainda, adquirir comportamentos apropriados ao ambiente que ainda não foram adquiridos por causa da deficiência. Precisamos de uma adequação curricular de grande porte, que pode ou não englobar Planos de Ensino Individualizado (PEI), mas que devem, em geral, considerar:
• Atividades com um nível mínimo de atenção;
• Estimular a memória de curto prazo com palavras ou temas que se conectem com a vida cotidiana do educando;
• Estimular o repertório verbal, mostrando a cada ação uma palavra e a cada palavra uma ação;
• Propor atividades com abordagens multissensoriais;
• Executar uma atividade de cada vez;
• Relacionar a atividade aos interesses cotidianos e afetivos do aluno.
Para uma flexibilização/adaptação ou adequação curricular eficiente, é fundamental conhecer muito bem o aluno. Para tal, é importante conversar com profissionais que conheçam e ler relatórios anteriores. Porém, nada substitui a observação do professor no momento de elaborar e planejar a adequação curricular.
terça-feira, 3 de setembro de 2019
Mediador, um grande aliado da inclusão
Amanda Lamego de Souza,
Coordenadora de Educação Inclusiva
da SME-BJ.
Para atendimento a determinadas demandas trazidas por alunos público-alvo de educação especial, por vezes, é necessária a presença de um mediador. Esse profissional deve sempre, em sua prática, procurar conduzir o aluno com deficiência à autonomia, auxiliando no enfrentamento de obstáculos, estimulando cognitivamente, apoiando e desenvolvendo a autoestima, criando laços entre este e seu grupo, de forma que a deficiência (ou TEA) não seja motivo de exclusão, mas de fortalecimento da solidariedade e aceitação das diferenças.
É fundamental ressaltar que, mesmo em turmas que tenham mediador, o responsável pedagógico pelo estudante é o regente da turma, sendo este o profissional que deve planejar as adequações de grande e pequeno porte, cabendo ao mediador a aplicação das mesmas.
Por ser um representante do processo de inclusão, o mediador precisa sempre ter uma postura condizente com sua importância, fazendo o possível para diminuir o preconceito e demais barreiras de afastamento entre o estudante com deficiência ou TEA e os demais estudantes e profissionais da escola, procurando:
• Reagir com autocontrole às situações problemas;
• Tratar o aluno com respeito, atenção, boa vontade e gentileza, sendo um exemplo de conduta a ser seguido pelos demais, lutando contra o preconceito e o estigma;
• Apoiar o professor de classe na atenção ao aluno com deficiência e aos demais alunos da classe para que o professor tenha a oportunidade de estar próximo de todos os alunos, inclusive do aluno com deficiência, procurando colocar-se de forma profissional, sem apoderar-se do aluno como “seu”, mas oportunizando a formação de vínculos entre o professor e seus alunos;
• Usar de atitudes e palavras de estímulo e consideração;
• Colocar-se sempre à disposição do professor e dos alunos demonstrando interesse em ajudar;
• Não realizar as tarefas para o aluno, permitindo que tenha autonomia e iniciativa;
• Compreender o ritmo e as peculiaridades de cada aluno, buscando informações e orientações com o professor de classe, equipe de Educação Especial, entre outros, para tirar dúvidas e enriquecer seu trabalho;
• Estar sensível às mudanças e ou alterações físicas, emocionais e mentais da criança;
• Zelar pelo bem estar físico; mental e social do aluno, intervindo em situações de conflito, cuidando de sua higiene (inclusive troca de fraldas, se necessário), alimentação, saúde (medicação com receita) e locomoção, dependendo de cada caso;
• Participar de capacitações e formações para seu desenvolvimento profissional;
• Oferecer à família do aluno com deficiência, informações básicas sobre a alimentação, cuidados de higiene e saúde através de instrumentos como a caderneta do aluno.
O trabalho do mediador precisa sempre ser em parceria com o regente e equipe escolar e é necessário lembrar que o aluno é da escola, e não do mediador somente, devendo toda a escola estar envolvida no processo de inclusão.
Coordenadora de Educação Inclusiva
da SME-BJ.
É fundamental ressaltar que, mesmo em turmas que tenham mediador, o responsável pedagógico pelo estudante é o regente da turma, sendo este o profissional que deve planejar as adequações de grande e pequeno porte, cabendo ao mediador a aplicação das mesmas.
Por ser um representante do processo de inclusão, o mediador precisa sempre ter uma postura condizente com sua importância, fazendo o possível para diminuir o preconceito e demais barreiras de afastamento entre o estudante com deficiência ou TEA e os demais estudantes e profissionais da escola, procurando:
• Reagir com autocontrole às situações problemas;
• Tratar o aluno com respeito, atenção, boa vontade e gentileza, sendo um exemplo de conduta a ser seguido pelos demais, lutando contra o preconceito e o estigma;
• Apoiar o professor de classe na atenção ao aluno com deficiência e aos demais alunos da classe para que o professor tenha a oportunidade de estar próximo de todos os alunos, inclusive do aluno com deficiência, procurando colocar-se de forma profissional, sem apoderar-se do aluno como “seu”, mas oportunizando a formação de vínculos entre o professor e seus alunos;
• Usar de atitudes e palavras de estímulo e consideração;
• Colocar-se sempre à disposição do professor e dos alunos demonstrando interesse em ajudar;
• Não realizar as tarefas para o aluno, permitindo que tenha autonomia e iniciativa;
• Compreender o ritmo e as peculiaridades de cada aluno, buscando informações e orientações com o professor de classe, equipe de Educação Especial, entre outros, para tirar dúvidas e enriquecer seu trabalho;
• Estar sensível às mudanças e ou alterações físicas, emocionais e mentais da criança;
• Zelar pelo bem estar físico; mental e social do aluno, intervindo em situações de conflito, cuidando de sua higiene (inclusive troca de fraldas, se necessário), alimentação, saúde (medicação com receita) e locomoção, dependendo de cada caso;
• Participar de capacitações e formações para seu desenvolvimento profissional;
• Oferecer à família do aluno com deficiência, informações básicas sobre a alimentação, cuidados de higiene e saúde através de instrumentos como a caderneta do aluno.
O trabalho do mediador precisa sempre ser em parceria com o regente e equipe escolar e é necessário lembrar que o aluno é da escola, e não do mediador somente, devendo toda a escola estar envolvida no processo de inclusão.
Porque inclusão de verdade
só acontece com a participação de todos!
sexta-feira, 23 de agosto de 2019
Professora de Bom Jardim é classificada em etapa nacional do Concurso Typhlo&Tactus
Professora de Atendimento Educacional Especializado-AEE de Bom Jardim conquista terceiro lugar no concurso do Instituto Benjamin Constant. Próxima etapa será na Bélgica.
Andrea Duarte da Cunha (de Bom Jardim) e Ana Paula de L. W. Carvalheiro tiveram seu trabalho classificado na etapa nacional do 2º Concurso Nacional do Livro Tátil. O livro "Os animais ao redor do mundo" conquistou o 3º lugar nessa etapa.
Andrea Duarte da Cunha (de Bom Jardim) e Ana Paula de L. W. Carvalheiro tiveram seu trabalho classificado na etapa nacional do 2º Concurso Nacional do Livro Tátil. O livro "Os animais ao redor do mundo" conquistou o 3º lugar nessa etapa.
![]() |
| Foto dos 5 livros escolhidos na etapa nacional. Foto: site do IBC |
Os cinco primeiros livros selecionados serão enviados à Bruxelas, na Bélgica, para participarem da etapa internacional, que acontece de 17 a 19 de outubro de 2019.
Veja mais detalhes no site oficial do Instituto Benjamin Constant clicando aqui.
Veja mais detalhes no site oficial do Instituto Benjamin Constant clicando aqui.
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
Inclusão: dia da superdotação
Dia 10 de agosto é comemorado DIA INTERNACIONAL DA SUPERDOTAÇÃO. É hora de tirar os superdotados da invisibilidade. Momento de tocar no assunto, desmitificar o tema, trazer à reflexão, produzir e difundir conhecimento.
De acordo com a OMS, a estimativa é de que 5% da população tenha Altas Habilidades. É preciso reconhecê-los, pode ter um superdotado aí bem perto de você.
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
Palestra da neuropsicóloga Stella Pereira
Aconteceu na inclusão
Para comemorar o encerramento do mês de abril, dedicado à conscientização sobre o autismo, a Coordenação de Inclusão organizou um importante momento de troca de informações sobre o assunto.
No dia 28 de abril a neuropsicóloga Stella Pereira falou para pais, professores, terapeutas e demais presentes sobre características do cérebro dos autistas.
Após o momento de troca, fizemos uma breve panfletagem sobre o assunto pelas ruas do centro de Bom Jardim.
Encontro com Cláudio Pires Cardoso
Aconteceu na "Inclusão"
No dia 17 de abril tivemos um encontro com o pedagogo, psicopedagogo, especialista em educação especial e coach Cláudio Pires Cardoso. Na ocasião, Claudio falou sobre os desafios enfrentados por quem trabalha no dia a dia com a inclusão de alunos e deu dicas e ferramentas para ter resiliência em meio às dificuldades enfrentadas.
Foi um momento de emoção, autoconhecimento e descontração para os mediadores e professores de AEE (Atendimento Educacional Especializado).
terça-feira, 6 de agosto de 2019
Aconteceu na inclusão: palestra de Luís Felipe Tourinho
No dia 28 de junho foi proferida, no auditório Marino Pinto (da Secretaria Municipal de Educação - SME) uma palestra pelo médico homeopata, psicanalista e especialista em psiquiatria infantil, Luis Felipe Tourinho.
Na oportunidade o médico falou para os mediadores, professores de AEE (Atendimento Educacional Especializado) e equipe da SME reunida ali acerca das relações entre a psiquiatria infantil e a educação especial.
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Alunos da Escola César Monteiro trabalham folclore
Alunos da Sala de Recursos da Escola Municipalizada César Monteiro produziram jogos sobre tema do folclore brasileiro.
Professora e alunos da Sala de Recursos Multifuncional escolheram a lenda do Boto cor-de-rosa para como inspiração para trabalhos nesse mês em que se comemora o folclore brasileiro. Leram, trabalharam o texto e depois, com materiais diversos, produziram jogos envolvendo alfabetização matemática e letramento. Esse material, posteriormente, será usado na sala de recursos.
A participação ativa dos discentes na produção dos jogos aumenta o envolvimento dos mesmos com o material produzido, bem como estreita a relação com o conteúdo trabalhado.
"Dá pra ver na carinha de orgulho deles o quanto gostaram de produzir os jogos", destacou Amanda Lamego, Coordenadora de Educação Inclusiva da SME.
Professora e alunos da Sala de Recursos Multifuncional escolheram a lenda do Boto cor-de-rosa para como inspiração para trabalhos nesse mês em que se comemora o folclore brasileiro. Leram, trabalharam o texto e depois, com materiais diversos, produziram jogos envolvendo alfabetização matemática e letramento. Esse material, posteriormente, será usado na sala de recursos.
A participação ativa dos discentes na produção dos jogos aumenta o envolvimento dos mesmos com o material produzido, bem como estreita a relação com o conteúdo trabalhado.
"Dá pra ver na carinha de orgulho deles o quanto gostaram de produzir os jogos", destacou Amanda Lamego, Coordenadora de Educação Inclusiva da SME.
Marcadores:
E. Mz. César Monteiro,
Educação Inclusiva
terça-feira, 21 de agosto de 2018
“Meu aluno é autista. E agora?”
(Por Grasiele Beltrão)
Eu, como Secretária de Educação do município e toda a minha equipe nos sentimos muito felizes por esse momento. Auditório repleto e várias trocas de aprendizagens. Recebemos aqui profissionais conceituados do nosso município e de municípios vizinhos. Foram expostos jogos confeccionados pelas professoras das salas de recurso durante o evento. Sabedores de que as escolas regulares que possuem tal orientação inclusiva constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias é preciso criar comunidades acolhedoras na construção de uma sociedade inclusiva e alcançando a educação para todos, a SME está empenhada nesse propósito e colocando-se à disposição para que mais capacitações aconteçam em nosso município.
![]() |
| Grasiele Beltrão, secretária de Educação, e Stella Pereira, palestrante. |
Agradecemos a participação dos professores, profissionais e equipe da SME como também aos parceiros Faculdade de Educação São Luiz e o Ible que nos presentearam com curso de Libras, 5 cursos de extensão e 5 livros na área de Educação Inclusiva e 80 bolsas com 55% de desconto na escolha de qualquer curso.
![]() |
| Jogos confeccionados pelas professoras das salas de recurso da rede municipal de ensino. |
“A escola tem que ser esse lugar em que as crianças têm a oportunidade de ser elas mesmas e onde as diferenças não são escondidas, mas destacadas.” ( Mantoan)
Marcadores:
Educação Inclusiva,
Encontros pedagógicos,
Notícias,
Oficinas,
Palestras,
Seminários e congressos
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Mini-dicionário vira e-book
Resultado de trabalho desenvolvido em 2017 pela professora de AEE - Atendimento Educacional Especializado, seus alunos surdos e ouvinte da rede municipal de ensino de Bom Jardim, a confecção de um mini-dicionário de LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais teve por objetivo divulgar essa língua para escola e familiares.
Participaram do projeto alunos desde a creche até o segundo segmento do Ensino Fundamental, incluindo o EJA - Ensino de Jovens e Adultos.
A partir do vocabulário trabalhado ao longo do ano foi construído um mini-dicionário de Libras pelos alunos, orientados pela professora Andrea Duarte da Cunha. A ideia era que familiares, professores e pessoas interessadas pudessem conhecer a língua.
O mini-dicionário, que contém 91 sinais, foi confeccionado com fotografias e cada aluno ficou responsável por um tema. Os alunos em idade de creche realizaram trabalhos com pintura, visto que ainda estão iniciando a aprendizagem da língua.
Em fevereiro deste ano de 2018, o trabalho foi apresentado no I Fórum Internacional sobre Produção de Glossários e Dicionários em Línguas de Sinais, realizado na UFF- Universidade Federal Fluminense, Campus Valonguinho, em Niterói. O Fórum objetivou apoiar a comunidade surda em seu desenvolvimento acadêmico e criar um espaço para divulgação e discussão sobre a criação de glossários e dicionários em Línguas de Sinais, inclusive em nível internacional.
Em 06 de agosto de 2018 o mini-dicionário foi publicado em formato de e-book pela UFF, no documento que foi criado acerca do I Fórum Internacional sobre Produção de Glossários e Dicionários em Línguas de Sinais. É a coroação do trabalho realizado com os alunos surdos na rede municipal de ensino de Bom Jardim.
Participaram do projeto alunos desde a creche até o segundo segmento do Ensino Fundamental, incluindo o EJA - Ensino de Jovens e Adultos.
A partir do vocabulário trabalhado ao longo do ano foi construído um mini-dicionário de Libras pelos alunos, orientados pela professora Andrea Duarte da Cunha. A ideia era que familiares, professores e pessoas interessadas pudessem conhecer a língua.
O mini-dicionário, que contém 91 sinais, foi confeccionado com fotografias e cada aluno ficou responsável por um tema. Os alunos em idade de creche realizaram trabalhos com pintura, visto que ainda estão iniciando a aprendizagem da língua.
![]() |
| Professora Andrea e Coordenadora de Inclusão Amanda Lamego no I Fórum Internacional sobre Produção de Glossários e Dicionários em Línguas de Sinais |
Em 06 de agosto de 2018 o mini-dicionário foi publicado em formato de e-book pela UFF, no documento que foi criado acerca do I Fórum Internacional sobre Produção de Glossários e Dicionários em Línguas de Sinais. É a coroação do trabalho realizado com os alunos surdos na rede municipal de ensino de Bom Jardim.
terça-feira, 12 de junho de 2018
Altas Habilidades / Superdotação
Por Amanda Lamego de Souza, Coordenadora de Educação Inclusiva da SME-BJ.
Cercada de mitos, as Altas Habilidades/ Superdotação, também é público de Educação Especial. Confundidos com mini gênios, entre outros, na realidade: é quando o indivíduo apresenta desempenho superior ao de seus pares, em uma ou mais das seguintes áreas: acadêmica, motora, artística, criatividade e liderança.
De acordo com uma das correntes teóricas que estuda as AH/SD, a de Joseph Renzulli, para ser considerado superdotado, o indivíduo precisa ter três características principais:
É mito que o indivíduo com AH/SD será aluno nota 10 em tudo, até porque como há grande envolvimento com a área específica de sua habilidade, pode ser que passe a negligenciar outras áreas de conhecimento.
Também encontramos mitos de que o superdotado não precisa de atendimento ou atenção escolar diferenciada ou que encontra-se numa posição privilegiada.
Não podemos generalizar nunca, mas é comum encontrarmos características comportamentais comuns aos SD:
- Resistente a rotina e à repetição;
- Motivação interna;
- Facilidade de compreensão e percepção e por períodos mais longos;
- Muitos aprendem a ler mais cedo e sozinhos;
- Vocabulário amplo;
-Aprendem as habilidades básicas mais rápido e com menos exercícios práticos;
- Menor aceitação de verdades prontas;
- Preferência por companhia de pessoas mais velhas ou bem mais novas;
- Poder de observação;
- Aprende fácil e rapidamente;
Ao desconfiar que tem um estudante com AH/SD, mantenha a atenção sobre a sua forma de aprender, ofereça atividades mais desafiadoras e permita sempre que ele amplie o seu conhecimento e o compartilhe com você e com os colegas.
Cercada de mitos, as Altas Habilidades/ Superdotação, também é público de Educação Especial. Confundidos com mini gênios, entre outros, na realidade: é quando o indivíduo apresenta desempenho superior ao de seus pares, em uma ou mais das seguintes áreas: acadêmica, motora, artística, criatividade e liderança.
De acordo com uma das correntes teóricas que estuda as AH/SD, a de Joseph Renzulli, para ser considerado superdotado, o indivíduo precisa ter três características principais:
É mito que o indivíduo com AH/SD será aluno nota 10 em tudo, até porque como há grande envolvimento com a área específica de sua habilidade, pode ser que passe a negligenciar outras áreas de conhecimento.
Também encontramos mitos de que o superdotado não precisa de atendimento ou atenção escolar diferenciada ou que encontra-se numa posição privilegiada.
Não podemos generalizar nunca, mas é comum encontrarmos características comportamentais comuns aos SD:
- Resistente a rotina e à repetição;
- Motivação interna;
- Facilidade de compreensão e percepção e por períodos mais longos;
- Muitos aprendem a ler mais cedo e sozinhos;
- Vocabulário amplo;
-Aprendem as habilidades básicas mais rápido e com menos exercícios práticos;
- Menor aceitação de verdades prontas;
- Preferência por companhia de pessoas mais velhas ou bem mais novas;
- Poder de observação;
- Aprende fácil e rapidamente;
Ao desconfiar que tem um estudante com AH/SD, mantenha a atenção sobre a sua forma de aprender, ofereça atividades mais desafiadoras e permita sempre que ele amplie o seu conhecimento e o compartilhe com você e com os colegas.
quarta-feira, 2 de maio de 2018
I Workshop "Autismo em foco"
No dia 28/04, último final de semana do mês de conscientização sobre o autismo 2018, foi realizado um workshop sobre autismo. O evento foi realizado no teatro do Galpão Cultural Margaret de Jesus.
A Secretaria Municipal de Educação - SME em parceria com a sociedade civil e o Lyons Clube, promoveram o I Workshop "Autismo em foco", com o objetivo de disseminar informações e promover a troca de conhecimentos acerca do transtorno.
Na ocasião, a professora Grasiele de Azevedo Beltrão de Jesus, secretária municipal de Educação saudou a presença de todos e agradeceu as parcerias firmadas.
Em seguida, a psicóloga Paula Erthal Leonardo proferiu sua palestra abordando os sinais de alerta para o TEA no desenvolvimento infantil.
Depois foi a vez da pedagoga Valdineia Dias e da psicóloga Lílian Zebende, integrantes do NESPP, demonstrando a importância da rotina para pessoas com autismo.
Na parte da tarde, as psicólogas Andrezza Regly Carvalheiro e Flavia Polo Loureiro discorreram sobre práticas educativas para pessoas com TEA.
Houve também um momento emocionante, com contação da história "Como um relâmpago brilhante" (da professora Cassia Ávila) pela professora Marisa Maia.
Encerrando o evento, aconteceu a palestra da professora Cassia Ávila sobre música, TEA e afetividade, que tocou bem no fundo do coração dos participantes.
Os presentes avaliaram o workshop como positivo e fundamental para a troca de experiências sobre o assunto.
A Secretaria Municipal de Educação - SME em parceria com a sociedade civil e o Lyons Clube, promoveram o I Workshop "Autismo em foco", com o objetivo de disseminar informações e promover a troca de conhecimentos acerca do transtorno.
Na ocasião, a professora Grasiele de Azevedo Beltrão de Jesus, secretária municipal de Educação saudou a presença de todos e agradeceu as parcerias firmadas.
Em seguida, a psicóloga Paula Erthal Leonardo proferiu sua palestra abordando os sinais de alerta para o TEA no desenvolvimento infantil.
Depois foi a vez da pedagoga Valdineia Dias e da psicóloga Lílian Zebende, integrantes do NESPP, demonstrando a importância da rotina para pessoas com autismo.
Na parte da tarde, as psicólogas Andrezza Regly Carvalheiro e Flavia Polo Loureiro discorreram sobre práticas educativas para pessoas com TEA.
Houve também um momento emocionante, com contação da história "Como um relâmpago brilhante" (da professora Cassia Ávila) pela professora Marisa Maia.
Encerrando o evento, aconteceu a palestra da professora Cassia Ávila sobre música, TEA e afetividade, que tocou bem no fundo do coração dos participantes.
Os presentes avaliaram o workshop como positivo e fundamental para a troca de experiências sobre o assunto.
Marcadores:
Educação Inclusiva,
Notícias,
Palestras
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Neurociências e aquisição da leitura e escrita
A Secretaria Municipal de Educação de Bom Jardim - SME-BJ promoveu evento voltado para professores de salas de recursos e mediadores. A temática "neurociências e aquisição da leitura e escrita" foi abordada pela equipe especializada em Educação Inclusiva da própria SME.
Participaram da palestra "Aquisição de leitura na Educação Inclusiva" com as fonoaudiólogas Juliana Schuenck e Lorraine Busquet, os professores de apoio que atendem aos alunos com deficiência/TEA na rede municipal de ensino e professores de AEE. As profissionais mostraram as fases de aquisição de leitura e escrita e deram dicas de atividades que contribuem na transposição de uma fase para outra. Os presentes receberam ainda uma apostila com as atividades propostas.
Participaram da palestra "Aquisição de leitura na Educação Inclusiva" com as fonoaudiólogas Juliana Schuenck e Lorraine Busquet, os professores de apoio que atendem aos alunos com deficiência/TEA na rede municipal de ensino e professores de AEE. As profissionais mostraram as fases de aquisição de leitura e escrita e deram dicas de atividades que contribuem na transposição de uma fase para outra. Os presentes receberam ainda uma apostila com as atividades propostas.
As palestras foram realizadas no Auditório Marino Pinto, da Casa da Cultura Mário Machado Nicoliello, no dia 24 de abril de 2018.
Assinar:
Postagens (Atom)







































