Alunos da Sala de Recursos da Escola Municipalizada César Monteiro produziram jogos sobre tema do folclore brasileiro.
Professora e alunos da Sala de Recursos Multifuncional escolheram a lenda do Boto cor-de-rosa para como inspiração para trabalhos nesse mês em que se comemora o folclore brasileiro. Leram, trabalharam o texto e depois, com materiais diversos, produziram jogos envolvendo alfabetização matemática e letramento. Esse material, posteriormente, será usado na sala de recursos.
A participação ativa dos discentes na produção dos jogos aumenta o envolvimento dos mesmos com o material produzido, bem como estreita a relação com o conteúdo trabalhado.
"Dá pra ver na carinha de orgulho deles o quanto gostaram de produzir os jogos", destacou Amanda Lamego, Coordenadora de Educação Inclusiva da SME.
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quarta-feira, 29 de agosto de 2018
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
Professora do CEMAFA trabalhou parlendas
Nesse mês em que se celebram as manifestações folclóricas brasileiras, a professora Nathália Ornellas nos conta a respeito do trabalho desenvolvido sobre parlendas com seus alunos. As parlendas são rimas infantis que divertem as crianças, ao mesmo tempo que trabalham com a memorização e a fixação de alguns conceitos.
Dando continuidade ao trabalho, em agosto a classe está trabalhando o folclore brasileiro.
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
Escola Joana Cantanheda no dia do folclore nacional
O dia do folclore foi lembrado no trabalho desenvolvido pela professora Thamiris Martinez com sua turma do Pré II .
"Criatividade - Folclore brasileiro" foi o título dado ao trabalho realizado na Escola Municipalizada Joana Cantanheda Monnerat, situada na Ponte Berçot.
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E. Mz. Joana Cantanheda Monnerat
Escola César Monteiro celebrou o folclore com painéis
A Escola Municipalizada César Monteiro, situada no Alto de São José, não deixou passar em branco o Dia do Folclore Nacional. Foram elaborados caprichados painéis e cartazes para ilustrar e enriquecer de informações os seus alunos.
Dia do Folclore com Marisa Maia na Escola Antônio Gomes
A professora e contadora de histórias Marisa Maia (com suas "Histórias Viajantes") visitou a Escola Municipal Antônio Gomes de Azevedo, no bairro de Fátima. Marisa é professora no Centro de Educação Municipal Amanda Farias Almeida.
Lendas, parlendas e muito mais foram os temas abordados pela professora/artista que enriqueceu a comemoração do Dia do Folclore Nacional celebrado nesse dia 22 de agosto.
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CEM Amanda F. Almeida,
E. M. Antônio Gomes de Azevedo
Cartaz lembra o dia do folclore brasileiro na escola Viviane
Trabalho da professora Monique, responsável pela turma Maternal III no Centro de Educação Infantil Viviane Verly Pereira, o cartaz fala sobre personagens da obra de Monteiro Lobato (Sítio do Pica-pau Amarelo).
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CEI Viviane Verly Pereira
Secretaria de Educação promove Workshop sobre o autismo
A maioria dos diagnosticados com autismo são meninos. Para desmistificar algumas questões sobre este transtorno do desenvolvimento, a Secretaria de Educação organizou um Workshop, cujo tema foi “ Meu aluno é autista. E agora?” Para nortear os interessados pelo assunto, a palestrante Stella Pereira abordou algumas curiosidades acerca do tema central. Formada em psicologia, com pós-graduação em neuropsicologia, a profissional revelou que algumas doenças como esquizofrenia e fobia social podem ser confundidas com o Transtorno do Espectro Autista. Além disso, ela apresentou à plateia algumas dúvidas que são recorrentes a quem convive com pessoas que têm T.E.A.
Os casos de autismo são classificados como leve, moderado e severo, e os primeiros sinais podem ser percebidos clinicamente nos primeiros anos da vida infantil. Independe do grau apresentado, o trabalho do especialista, além de outras especificidades, é aumentar a sociabilidade do paciente.
Grasiele Beltrão comentou sobre o seu entusiasmo quanto à troca de ideias que foi gerada no auditório da Casa da Cultura.
Stella Pereira disse que o contato com os participantes deixou-a muito satisfeita.
-Fiquei muito feliz com a receptividade e o retorno dos participantes. Ao final, muitas pessoas vieram falar comigo, dizendo que já estavam pensando em estratégias para as crianças, formando grupos para montar material, elogiando e dizendo que vieram de todos os lugares. Muito legal ver esse interesse.
Os casos de autismo são classificados como leve, moderado e severo, e os primeiros sinais podem ser percebidos clinicamente nos primeiros anos da vida infantil. Independe do grau apresentado, o trabalho do especialista, além de outras especificidades, é aumentar a sociabilidade do paciente.
Grasiele Beltrão comentou sobre o seu entusiasmo quanto à troca de ideias que foi gerada no auditório da Casa da Cultura.
- Eu, como Secretária de Educação do município, e toda a minha equipe nos sentimos muito felizes por esse momento. Recebemos, aqui, profissionais conceituados de nossa cidade e de lugares vizinhos. Foram expostos jogos confeccionados pelas professoras da sala de recursos durante o evento. É preciso criar comunidades acolhedoras na construção de uma sociedade inclusiva, alcançando a educação para todos, revelou.
Stella Pereira disse que o contato com os participantes deixou-a muito satisfeita.
-Fiquei muito feliz com a receptividade e o retorno dos participantes. Ao final, muitas pessoas vieram falar comigo, dizendo que já estavam pensando em estratégias para as crianças, formando grupos para montar material, elogiando e dizendo que vieram de todos os lugares. Muito legal ver esse interesse.
Fonte: Prefeitura de Bom Jardim
terça-feira, 21 de agosto de 2018
Saiba quais escolas receberão Educação Empreendedora
E. M. São José - Local: Venda Azul;
E. M. Cely Veloso - Local: Jaracatiá;
E. M. Edmo B. Corrêa - Local: Arrasto;
E. M. Vargem Alta - Local: Sâo José
E. M. Joana Cantanheda - Local: Ponte Berçot
E. M. José Luiz Erthal - Local: Pinduca
E. M. Washington Emerich - Local: St° Antônio
E. M. Antônio Gomes - Local: Bairro de Fátima
E. M. Leopoldo Erthal- Local: Distrito
“Meu aluno é autista. E agora?”
(Por Grasiele Beltrão)
Eu, como Secretária de Educação do município e toda a minha equipe nos sentimos muito felizes por esse momento. Auditório repleto e várias trocas de aprendizagens. Recebemos aqui profissionais conceituados do nosso município e de municípios vizinhos. Foram expostos jogos confeccionados pelas professoras das salas de recurso durante o evento. Sabedores de que as escolas regulares que possuem tal orientação inclusiva constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias é preciso criar comunidades acolhedoras na construção de uma sociedade inclusiva e alcançando a educação para todos, a SME está empenhada nesse propósito e colocando-se à disposição para que mais capacitações aconteçam em nosso município.
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| Grasiele Beltrão, secretária de Educação, e Stella Pereira, palestrante. |
Agradecemos a participação dos professores, profissionais e equipe da SME como também aos parceiros Faculdade de Educação São Luiz e o Ible que nos presentearam com curso de Libras, 5 cursos de extensão e 5 livros na área de Educação Inclusiva e 80 bolsas com 55% de desconto na escolha de qualquer curso.
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| Jogos confeccionados pelas professoras das salas de recurso da rede municipal de ensino. |
“A escola tem que ser esse lugar em que as crianças têm a oportunidade de ser elas mesmas e onde as diferenças não são escondidas, mas destacadas.” ( Mantoan)
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terça-feira, 14 de agosto de 2018
Lembrando o dia dos pais na Escola Vargem Alta
A Escola Municipalizada Vargem Alta comemorou o dia dos pais com muito carinho. Os alunos prepararam lembranças feitas com suas próprias mãos para os queridos papais.
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Homenagem ao dia dos pais na escola Viviane
O Centro de Educação Infantil Viviane Verly Pereira preparou, com seus alunos, uma homenagem aos papais.
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CEI Viviane Verly Pereira
Alunos da Escola Cely Veloso prestam homenagem aos pais
Alunos da Escola Municipal Cely Veloso de Souza comemoraram o dia dos pais preparando lembrancinhas para os seus queridos papais.
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Mini-dicionário vira e-book
Resultado de trabalho desenvolvido em 2017 pela professora de AEE - Atendimento Educacional Especializado, seus alunos surdos e ouvinte da rede municipal de ensino de Bom Jardim, a confecção de um mini-dicionário de LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais teve por objetivo divulgar essa língua para escola e familiares.
Participaram do projeto alunos desde a creche até o segundo segmento do Ensino Fundamental, incluindo o EJA - Ensino de Jovens e Adultos.
A partir do vocabulário trabalhado ao longo do ano foi construído um mini-dicionário de Libras pelos alunos, orientados pela professora Andrea Duarte da Cunha. A ideia era que familiares, professores e pessoas interessadas pudessem conhecer a língua.
O mini-dicionário, que contém 91 sinais, foi confeccionado com fotografias e cada aluno ficou responsável por um tema. Os alunos em idade de creche realizaram trabalhos com pintura, visto que ainda estão iniciando a aprendizagem da língua.
Em fevereiro deste ano de 2018, o trabalho foi apresentado no I Fórum Internacional sobre Produção de Glossários e Dicionários em Línguas de Sinais, realizado na UFF- Universidade Federal Fluminense, Campus Valonguinho, em Niterói. O Fórum objetivou apoiar a comunidade surda em seu desenvolvimento acadêmico e criar um espaço para divulgação e discussão sobre a criação de glossários e dicionários em Línguas de Sinais, inclusive em nível internacional.
Em 06 de agosto de 2018 o mini-dicionário foi publicado em formato de e-book pela UFF, no documento que foi criado acerca do I Fórum Internacional sobre Produção de Glossários e Dicionários em Línguas de Sinais. É a coroação do trabalho realizado com os alunos surdos na rede municipal de ensino de Bom Jardim.
Participaram do projeto alunos desde a creche até o segundo segmento do Ensino Fundamental, incluindo o EJA - Ensino de Jovens e Adultos.
A partir do vocabulário trabalhado ao longo do ano foi construído um mini-dicionário de Libras pelos alunos, orientados pela professora Andrea Duarte da Cunha. A ideia era que familiares, professores e pessoas interessadas pudessem conhecer a língua.
O mini-dicionário, que contém 91 sinais, foi confeccionado com fotografias e cada aluno ficou responsável por um tema. Os alunos em idade de creche realizaram trabalhos com pintura, visto que ainda estão iniciando a aprendizagem da língua.
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| Professora Andrea e Coordenadora de Inclusão Amanda Lamego no I Fórum Internacional sobre Produção de Glossários e Dicionários em Línguas de Sinais |
Em 06 de agosto de 2018 o mini-dicionário foi publicado em formato de e-book pela UFF, no documento que foi criado acerca do I Fórum Internacional sobre Produção de Glossários e Dicionários em Línguas de Sinais. É a coroação do trabalho realizado com os alunos surdos na rede municipal de ensino de Bom Jardim.
Saquinho de férias
Alunos da professora Gleiciene, da Escola Municipalizada Edmo Benedcito Corrêa, receberam uma agradável e criativa tarefa para as férias, conforme se vê nas imagens abaixo.
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E. Mz. Edmo Benedicto Corrêa
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
Escola Joana realizou passeio ecológico
A Escola Municipalizada Joana Cantanheda Monnerat realizou um passeio ecológico com seus alunos. O evento aconteceu no último dia de aula do 1º semestre (14 de julho), com direito a visita a locais incríveis.
Último dia de aula é assim: pura diversão!
Último dia de aula é assim: pura diversão!
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E. Mz. Joana Cantanheda Monnerat
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