Amanda Lamego de Souza,
Coordenadora de Educação Inclusiva
da SME-BJ.
Como disposto na LDB-Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96) em seu artigo 59, para auxiliar o processo de inclusão, em alguns casos, precisamos de alguns artifícios como:
• Flexibilização curricular: ou seja alterações de pequeno porte na hora de apresentar e cobrar o conteúdo;
• Adaptação curricular de médio porte que consiste em essencializar o conteúdo trabalhado, investir em imagens, atividades como: risque, pinte, ligue, explique através de um desenho, enunciados curtos e diretos.
Há alunos que precisam ainda atingir outros objetivos para além do conteúdo escolar do ano que estão cursando, como, por exemplo, os alunos que estão matriculados no 4º Ano e ainda precisam concluir processo de alfabetização e letramento. Ou, ainda, adquirir comportamentos apropriados ao ambiente que ainda não foram adquiridos por causa da deficiência. Precisamos de uma adequação curricular de grande porte, que pode ou não englobar Planos de Ensino Individualizado (PEI), mas que devem, em geral, considerar:
• Atividades com um nível mínimo de atenção;
• Estimular a memória de curto prazo com palavras ou temas que se conectem com a vida cotidiana do educando;
• Estimular o repertório verbal, mostrando a cada ação uma palavra e a cada palavra uma ação;
• Propor atividades com abordagens multissensoriais;
• Executar uma atividade de cada vez;
• Relacionar a atividade aos interesses cotidianos e afetivos do aluno.
Para uma flexibilização/adaptação ou adequação curricular eficiente, é fundamental conhecer muito bem o aluno. Para tal, é importante conversar com profissionais que conheçam e ler relatórios anteriores. Porém, nada substitui a observação do professor no momento de elaborar e planejar a adequação curricular.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2019
terça-feira, 24 de setembro de 2019
Horta na Escola Joana Monnerat
Com a proximidade da primavera, a turma da Tia Marlla Hoelz, da Escola Municipalizada Joana Cantanheda Monnerat atuou no Projeto Horta Revivendo. Professora e alunos colocaram a mão na terra.
Foi mais um dia de semear e colher para aprenderem sobre a importância do plantar.
Marcadores:
E. Mz. Joana Cantanheda Monnerat
Alunos da Escola Cely passeiam com recursos do JEPP
A Escola Municipal Cely Veloso de Souza realizou um passeio turístico com sua turma do 5º ano. Foram à cidade de Petrópolis.
A viagem foi toda custeada com o dinheiro arrecadado com o Projeto JEPP - Jovens Empreendedores Primeiros Passos. Os alunos puderam conhecer o centro histórico da cidade e o museu de cera.
A viagem foi toda custeada com o dinheiro arrecadado com o Projeto JEPP - Jovens Empreendedores Primeiros Passos. Os alunos puderam conhecer o centro histórico da cidade e o museu de cera.
Marcadores:
E. M. Cely Veloso de Souza,
JEPP
Alunos da Escola Armando fabricam brinquedos no JEPP
Na sexta-feira, 20 de setembro, alunos do 3º Ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Armando Jorge Pereira de Lemos trabalharam na confecção de brinquedos a partir de sucata. A atividade faz parte das ações do Projeto Jovens Empreendedores Primeiros Passos - JEPP.
Marcadores:
E. M. Armando Jorge P. de Lemos,
JEPP
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
Sorveteria "Gelados e Sabores", na Escola Edmo
Alunos do 5º Ano da Escola Municipal Edmo Benedicto Corrêa estão atuando na "Sorveteria Gelados e Sabores", do programa Jovens Empreendedores Primeiros Passos - JEPP.
A escola está situada no Arraial de Santo Antônio, 1º Distrito de Bom Jardim.
A escola está situada no Arraial de Santo Antônio, 1º Distrito de Bom Jardim.
Marcadores:
E. Mz. Edmo Benedicto Corrêa,
JEPP
CMDCA divulga locais de votação para Conselheiro Tutelar
O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente-CMDCA de Bom Jardim, no uso de suas atribuições, vem DIVULGAR os locais de votação para o Pleito do Processo de Escolha ao cargo de conselheiro tutelar para o mandato ordinário 2020/2024, que ocorrerá em 06/10/2019.
Informa ainda que os eleitores deverão comparecer aos locais de votação portando documento oficial com foto e Título de Eleitor, no horário de entre as 8 as 17 horas.
LOCAIS PARA VOTAÇÃO:
LOCAL: Câmara Municipal
Urna 1: Seções 001/ 003/ 004/ 006/ 007/ 011/ 012/ 017/ 022/ 047/ 048/ 051/ 062/ 063/ 070/ 071/ 072/ 073/ 074/079/115/116
LOCAL: Casa da Cultura
Urna 2: Seções 002/ 005/ 008/ 009/ 010/ 013/ 014/ 015/ 016/ 040/ 042/ 066
LOCAL: CIEP 322 – Mozart Cunha Guimarães
Urna 3: Seções 018/ 019/ 020/ 021/ 046/ 077/ 053/ 054/ 056/ 058/ 059/ 067
LOCAL: Posto de Saúde de São José
Urna 4: Seções 023/ 024/ 025/ 026/ 027/ 036/ 038/ 039/ 050/ 057/ 064/ 076
LOCAL: Escola Municipalizada César Monteiro
Urna 5: Seções 043/ 052/ 065/ 078
LOCAL: Centro de Educação Municipal Amanda Farias de Almeida
Urna 6: Seções 028/ 029/ 030/ 037/ 044/ 049/ 055/ 061/ 075
LOCAL: Posto de Saúde de Barra Alegre
Urna 7: Seções 031/ 033/ 035/ 041/ 060/ 069
LOCAL: Escola Municipalizada Washington Emerich
Urnas 8: Seções 032/ 034/ 045/ 068
Informa ainda que os eleitores deverão comparecer aos locais de votação portando documento oficial com foto e Título de Eleitor, no horário de entre as 8 as 17 horas.
LOCAIS PARA VOTAÇÃO:
LOCAL: Câmara Municipal
Urna 1: Seções 001/ 003/ 004/ 006/ 007/ 011/ 012/ 017/ 022/ 047/ 048/ 051/ 062/ 063/ 070/ 071/ 072/ 073/ 074/079/115/116
LOCAL: Casa da Cultura
Urna 2: Seções 002/ 005/ 008/ 009/ 010/ 013/ 014/ 015/ 016/ 040/ 042/ 066
LOCAL: CIEP 322 – Mozart Cunha Guimarães
Urna 3: Seções 018/ 019/ 020/ 021/ 046/ 077/ 053/ 054/ 056/ 058/ 059/ 067
LOCAL: Posto de Saúde de São José
Urna 4: Seções 023/ 024/ 025/ 026/ 027/ 036/ 038/ 039/ 050/ 057/ 064/ 076
LOCAL: Escola Municipalizada César Monteiro
Urna 5: Seções 043/ 052/ 065/ 078
LOCAL: Centro de Educação Municipal Amanda Farias de Almeida
Urna 6: Seções 028/ 029/ 030/ 037/ 044/ 049/ 055/ 061/ 075
LOCAL: Posto de Saúde de Barra Alegre
Urna 7: Seções 031/ 033/ 035/ 041/ 060/ 069
LOCAL: Escola Municipalizada Washington Emerich
Urnas 8: Seções 032/ 034/ 045/ 068
terça-feira, 17 de setembro de 2019
Creche Darcília celebra o dia da família
A Creche Municipal Darcília Vieira Jasmim comemorou o dia da família. A festividade aconteceu na sexta feira, 13 de setembro, na própria escola.
Marcadores:
Creche Municipal Darcília V. Jasmim
Coral da Escola Clirton participa de encontro interestadual
Coral de alunos da Escola Municipal Professor Clirton Rêgo Cabral participou de encontro de corais em Carmo.
Em sua primeira apresentação fora de Bom Jardim, o Coral Jardim em Flor, formado por alunos da Escola Professor Clirton, participou do Encontro de Corais de Além Paraíba e Região. O evento foi realizado no teatro da cidade de Carmo.
Representando a escola e o município de Bom Jardim, o coral, que contou com o apoio de amigos de um coral de Nova Friburgo, foi regido pelo professor João Lassarotte.
Em sua primeira apresentação fora de Bom Jardim, o Coral Jardim em Flor, formado por alunos da Escola Professor Clirton, participou do Encontro de Corais de Além Paraíba e Região. O evento foi realizado no teatro da cidade de Carmo.
Representando a escola e o município de Bom Jardim, o coral, que contou com o apoio de amigos de um coral de Nova Friburgo, foi regido pelo professor João Lassarotte.
Marcadores:
E. M. Prof. Clirton Rêgo Cabral
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
quarta-feira, 4 de setembro de 2019
Programação do desfile cívico escolar 2019
A solenidade em comemoração à Independência do Brasil a se realizar no sábado, 7 de setembro de 2019, terá início às 13h com o hasteamento das bandeiras e pronunciamento de autoridades. Às 16h começará o desfile cívico escolar, que seguirá a seguinte ordem de apresentação:
1. Banda de Música- Sociedade Musical União Ribeironense junto com a
2. Banda de Música - Sociedade Musical Recreio Bonjardinense
3. Grupo da 3ª Idade
4. Banda de Tambores do CIEP 322
5. E. Mz. Edmo Benedicto Corrêa
6. E. Mz. José Luiz Erthal
7. E. Mz. Washington Emerich
8. E. Mz. Leopoldo Erthal
9. E. Mz. Joana Cantanheda Monnerat
10. E. M. São José
11. E. Mz. Vargem Alta
12. E. M. Cely Veloso de Souza
13. C.E.M. Amanda Farias Almeida
14. E. M. Antônio Gomes de Azevedo
15. E. M. Professora Iracy Monnerat de Lemos
16. E. Mz. César Monteiro
17. Creche M. Maria José Calvão Lobosco
18. Creche M. Darcília Vieira Jasmim
19. C.E. Infantil Viviane Verly Pereira
20. E. M. Armando Jorge Pereira de Lemos
21. E. M. Professor Clirton Rêgo Cabral
22. Pelotão Secretaria Municipal de Educação
23. EIDUC
24. Colégio Santo Agostinho
25. Instituto Progredir de Educação
26. CEUC
27. CPM
28. Associação de São José
29. Associação Ponte berçot
30. Apresentação da Banda do CIEP 322
31. Ginástica Olímpica do EIDUC
32. Apresentação Alunos Flautistas do CSA
33. Apresentação de dança da Escola CEUC
1. Banda de Música- Sociedade Musical União Ribeironense junto com a
2. Banda de Música - Sociedade Musical Recreio Bonjardinense
3. Grupo da 3ª Idade
4. Banda de Tambores do CIEP 322
5. E. Mz. Edmo Benedicto Corrêa
6. E. Mz. José Luiz Erthal
7. E. Mz. Washington Emerich
8. E. Mz. Leopoldo Erthal
9. E. Mz. Joana Cantanheda Monnerat
10. E. M. São José
11. E. Mz. Vargem Alta
12. E. M. Cely Veloso de Souza
13. C.E.M. Amanda Farias Almeida
14. E. M. Antônio Gomes de Azevedo
15. E. M. Professora Iracy Monnerat de Lemos
16. E. Mz. César Monteiro
17. Creche M. Maria José Calvão Lobosco
18. Creche M. Darcília Vieira Jasmim
19. C.E. Infantil Viviane Verly Pereira
20. E. M. Armando Jorge Pereira de Lemos
21. E. M. Professor Clirton Rêgo Cabral
22. Pelotão Secretaria Municipal de Educação
23. EIDUC
24. Colégio Santo Agostinho
25. Instituto Progredir de Educação
26. CEUC
27. CPM
28. Associação de São José
29. Associação Ponte berçot
30. Apresentação da Banda do CIEP 322
31. Ginástica Olímpica do EIDUC
32. Apresentação Alunos Flautistas do CSA
33. Apresentação de dança da Escola CEUC
Escola Armando e o JEPP
Turminha da tia Roberta, da Escola Municipal Armando Jorge Pereira de Lemos, trabalhando ervas aromáticas no Projeto JEPP- Jovens Empreendedores Primeiros Passos.
Marcadores:
E. M. Armando Jorge P. de Lemos,
JEPP
terça-feira, 3 de setembro de 2019
Mediador, um grande aliado da inclusão
Amanda Lamego de Souza,
Coordenadora de Educação Inclusiva
da SME-BJ.
Para atendimento a determinadas demandas trazidas por alunos público-alvo de educação especial, por vezes, é necessária a presença de um mediador. Esse profissional deve sempre, em sua prática, procurar conduzir o aluno com deficiência à autonomia, auxiliando no enfrentamento de obstáculos, estimulando cognitivamente, apoiando e desenvolvendo a autoestima, criando laços entre este e seu grupo, de forma que a deficiência (ou TEA) não seja motivo de exclusão, mas de fortalecimento da solidariedade e aceitação das diferenças.
É fundamental ressaltar que, mesmo em turmas que tenham mediador, o responsável pedagógico pelo estudante é o regente da turma, sendo este o profissional que deve planejar as adequações de grande e pequeno porte, cabendo ao mediador a aplicação das mesmas.
Por ser um representante do processo de inclusão, o mediador precisa sempre ter uma postura condizente com sua importância, fazendo o possível para diminuir o preconceito e demais barreiras de afastamento entre o estudante com deficiência ou TEA e os demais estudantes e profissionais da escola, procurando:
• Reagir com autocontrole às situações problemas;
• Tratar o aluno com respeito, atenção, boa vontade e gentileza, sendo um exemplo de conduta a ser seguido pelos demais, lutando contra o preconceito e o estigma;
• Apoiar o professor de classe na atenção ao aluno com deficiência e aos demais alunos da classe para que o professor tenha a oportunidade de estar próximo de todos os alunos, inclusive do aluno com deficiência, procurando colocar-se de forma profissional, sem apoderar-se do aluno como “seu”, mas oportunizando a formação de vínculos entre o professor e seus alunos;
• Usar de atitudes e palavras de estímulo e consideração;
• Colocar-se sempre à disposição do professor e dos alunos demonstrando interesse em ajudar;
• Não realizar as tarefas para o aluno, permitindo que tenha autonomia e iniciativa;
• Compreender o ritmo e as peculiaridades de cada aluno, buscando informações e orientações com o professor de classe, equipe de Educação Especial, entre outros, para tirar dúvidas e enriquecer seu trabalho;
• Estar sensível às mudanças e ou alterações físicas, emocionais e mentais da criança;
• Zelar pelo bem estar físico; mental e social do aluno, intervindo em situações de conflito, cuidando de sua higiene (inclusive troca de fraldas, se necessário), alimentação, saúde (medicação com receita) e locomoção, dependendo de cada caso;
• Participar de capacitações e formações para seu desenvolvimento profissional;
• Oferecer à família do aluno com deficiência, informações básicas sobre a alimentação, cuidados de higiene e saúde através de instrumentos como a caderneta do aluno.
O trabalho do mediador precisa sempre ser em parceria com o regente e equipe escolar e é necessário lembrar que o aluno é da escola, e não do mediador somente, devendo toda a escola estar envolvida no processo de inclusão.
Coordenadora de Educação Inclusiva
da SME-BJ.
É fundamental ressaltar que, mesmo em turmas que tenham mediador, o responsável pedagógico pelo estudante é o regente da turma, sendo este o profissional que deve planejar as adequações de grande e pequeno porte, cabendo ao mediador a aplicação das mesmas.
Por ser um representante do processo de inclusão, o mediador precisa sempre ter uma postura condizente com sua importância, fazendo o possível para diminuir o preconceito e demais barreiras de afastamento entre o estudante com deficiência ou TEA e os demais estudantes e profissionais da escola, procurando:
• Reagir com autocontrole às situações problemas;
• Tratar o aluno com respeito, atenção, boa vontade e gentileza, sendo um exemplo de conduta a ser seguido pelos demais, lutando contra o preconceito e o estigma;
• Apoiar o professor de classe na atenção ao aluno com deficiência e aos demais alunos da classe para que o professor tenha a oportunidade de estar próximo de todos os alunos, inclusive do aluno com deficiência, procurando colocar-se de forma profissional, sem apoderar-se do aluno como “seu”, mas oportunizando a formação de vínculos entre o professor e seus alunos;
• Usar de atitudes e palavras de estímulo e consideração;
• Colocar-se sempre à disposição do professor e dos alunos demonstrando interesse em ajudar;
• Não realizar as tarefas para o aluno, permitindo que tenha autonomia e iniciativa;
• Compreender o ritmo e as peculiaridades de cada aluno, buscando informações e orientações com o professor de classe, equipe de Educação Especial, entre outros, para tirar dúvidas e enriquecer seu trabalho;
• Estar sensível às mudanças e ou alterações físicas, emocionais e mentais da criança;
• Zelar pelo bem estar físico; mental e social do aluno, intervindo em situações de conflito, cuidando de sua higiene (inclusive troca de fraldas, se necessário), alimentação, saúde (medicação com receita) e locomoção, dependendo de cada caso;
• Participar de capacitações e formações para seu desenvolvimento profissional;
• Oferecer à família do aluno com deficiência, informações básicas sobre a alimentação, cuidados de higiene e saúde através de instrumentos como a caderneta do aluno.
O trabalho do mediador precisa sempre ser em parceria com o regente e equipe escolar e é necessário lembrar que o aluno é da escola, e não do mediador somente, devendo toda a escola estar envolvida no processo de inclusão.
Porque inclusão de verdade
só acontece com a participação de todos!
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