quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Sala de Leitura da Escola Armando Jorge

Inauguração da Sala de Leitura VINICIUS DE MORAES,
 às 9h30min de quinta-feira, 14 de novembro de 2013.

Foto: Juliana Tostes.
BIOGRAFIA VINICIUS DE MORAES 

Vinicius de Morares foi um nome muito importante no meio cultural brasileiro. Diplomata de carreira destacou-se como poeta modernista, mas também como compositor e letrista popular.

Marcus Vinicius da Cruz de Mello Moraes, nasceu em 1913, no Rio de Janeiro, onde morre, infelizmente, em 1980. Com apenas 15 anos , quando estava no curso secundário, começa a compor músicas populares. Em 1933, conclui a curso de direito. No mesmo ano, publica seu primeiro livro, a coletânea de poemas: O Caminho para a Distância(1933). Em 1935, surge: Forma e Exegere.

Em 1938 vai estudar na Inglaterra e lança: Novos Poemas. De volta ao Brasil, ingressa no Ministério das Relações Exteriores, em 1943. Neste ano, o livro: Cinco Elegias inaugura uma nova fase em sua poesia.

De um início marcado fortemente pela religiosidade neossinbolista, o lírico Vinicius para uma temática mais próxima ao amor, ao erotismo e das angústias do desejo. Fala mais do cotidiano, de temas sociais, e sua linguagem se torna mais coloquial.

Em 1953, compõe seu primeiro samba: “Quando tu passas por mim”, e publica a peça: Orfeu da Conceição, em 1954. Em 1956 conhece o compositor Tom Jobim, sendo que duas de suas composições com Jobim foram: Chega de Saudade e Outra vez, gravadas Poe Elisabeth Cardoso no disco: Canção do Amor demais em 1958, com acompanhamento ao violão de João Gilberto. Ambas as músicas se tornam um marco da bossa nova.

É de Vinicius a letra de Garota de Ipanema, a música brasileira mais conhecida em todo o mundo. Entre 1955 e 1956, prepara o filme: Orfeu Negro, do diretor francês Marcel Camus, que ganha o Oscar, em 1959, o melhor filme estrangeiro.

No início dos anos 60, compõe com outros músicos como Carlos Lyra, Edu Lobo, Pixinguinha, Dorival Caymmi e Francis Hime. Com Baden Powell, cria afros sambas famosos como: Canto de Ossanha e Berimbau.

É aposentado do serviço em 1968 pelo regime militar. A partir de 1969, torna-se parceiro do violonista Toquinho, com quem faz shows no Brasil e no exterior até a sua morte.

Porém, pode-se dizer que Vinicius de Moraes se imortalizou. Suas obras continuam a serem lidas e admiradas até hoje. Suas composições sempre são cantadas e interpretadas novamente. Quem contribui para a cultura nunca será esquecido.

Foto: Juliana Tostes.
Foto: Juliana Tostes.
Foto: Juliana Tostes.
Foto: Juliana Tostes.
Foto: Juliana Tostes.

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